sábado, 6 de junho de 2009

MEMORIAL DE ANTONIA REIS


MEMORIAL

Contar a minha vida profissional significa também analisar e avaliar o que já vivi e numa perspectiva diferente redirecionar, dando novo rumo, novos encaminhamentos a minha prática.

Sou Antonia Mª Reis de Macedo Menezes, professora há sete anos. Confesso que essa não era a minha opção quando adolescente. Sempre fui uma aluna muito aplicada e dedicada aos estudos, prova disto conclui o Ensino Médio aos 16 anos.

Em 1988, iniciei a minha educação primária, na Escola Eurico Gaspar Dutra, zona rural de Dormentes, na época Distrito do município de Petrolina, conclui até a 4ª série, tive o privilégio de poucos, a minha mãe foi a minha professora/ alfabetizadora, e de toda esta etapa da minha vida.

Em 1992, passei a estudar na Escola Senador Nilo Coelho, sede da já emancipada cidade Dormentes, onde cursei da 5ª série do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio. Desta etapa posso destacar a professora Joselita Araujo que me ensinou a disciplina de Língua Portuguesa da 7ª ao 3º ano do ensino médio, ela me fez a cada dia gostar mais de português, com seu jeito cativante de nos incentivar ao hábito da leitura.

Tive o contato com a Educação desde cedo, pois já aos quinze anos eu ia substituir minha mãe numa turma de primeira série, já que ela precisava ficar alguns dias em Petrolina, para cursar a Faculdade e não tinha transporte todos os dias para poder vir. No ano seguinte, eu passei a substituí-la alguns dias da semana, na Secretaria da Escola que eu estudava, onde eu fazia os trabalhos cabíveis a um auxiliar administrativo, uma vez que minha mãe necessitava concluir o curso de Letras, curso este concluído a custa de muita perseverança para vencer as dificuldades.

Prestei vestibular em 1998, com apenas 16 anos, escolhi o curso de Letras, na Faculdade de Formação de professores de Petrolina-PE, não era o meu sonho, gostaria de fazer Direito, mas, meus pais não tinham condições de me manter numa capital para eu poder cursá-lo.

E graças a estas experiências substituindo minha mãe eu comecei a gostar de dar aulas, amava o contato com as crianças. E como sempre gostei muito de ler, graças ao incentivo e exemplo de minha mãe, que é o meu espelho de luta e determinação, que também é professora e neste mesmo ano concluía com muita dificuldade o curso de Letras na mesma Faculdade, e também ao incentivo da professora Joselita e de todos os professores daquela época, fui aprovada com boa classificação.

A minha vida acadêmica não foi fácil, inicialmente, tive que vir morar em Petrolina, ficar longe dos meus pais e dos meus irmãos; mas a minha fé em Deus e a vontade de vencer me trouxeram forças para concluir o curso em 2002, onde nesta época a minha mãe e meus irmãos já estavam residindo aqui em Petrolina.

Meu ingresso no mundo do trabalho foi fruto de buscas e conquistas, inicialmente trabalhei na Escola Luminar, onde eu dava aula para o maternal e o 1º período, trabalhei lá de 2000 a 2002. Em 2003, passei a trabalhar na Escola Santa Bárbara, lecionava para a alfabetização (3º período).

Em 2005, fui trabalhar em Dormentes, na Prefeitura Municipal, nessa época aconteceu o inverso minha mãe e irmãos ficaram morando aqui e eu ficava de Dormentes para Petrolina. Lá exerci funções bem diferentes, Secretária Executiva, Auxiliar de Tesouraria e de Setor Pessoal. Em 2006 ainda quando estava trabalhando em Dormentes fiz o concurso do estado para professor de Português, para a cidade de Petrolina, e em março de 2007 fui convocada. Foi maravilhoso, uma vez que, além de ser um concurso, fruto de muito esforço, eu voltaria para casa, iria trabalhar em Petrolina, além de ficar perto da minha família, ficaria junto do meu amor Fredson.

Iniciei minhas atividades docentes na Escola Professor Manoel Xavier Paes Barreto em abril de 2007, onde trabalho até hoje. Também em 2007, iniciei o curso de Especialização em Língua Portuguesa, pelo Segmentum Instituto de Educação, de Salvador. O qual estou concluindo agora, curso vencido com muita perseverança, mas graças a proteção de Deus, nosso pai criador, ao incentivo e apóio de minha família e de meu marido Fredson, estou vencendo mais esta batalha.

Tenho certeza que as dificuldades e desafios encontrados me fizeram a cada dia querer buscar novos conhecimentos e me preparar para novas conquistas. Mesmo tendo pouco tempo de sala de aula, já conheço muito da realidade da educação em nosso país e procuro sempre fazer o melhor para ajudar os meus alunos a conquistarem os seus objetivos, tentando fazer com que entendam que só através de muito estudo, é possível que se tornem capazes de trilhar os caminhos na realização dos seus sonhos. Finalmente tenho certeza de que quando temos fé em Deus e fazemos a nossa parte com muita perseverança, tudo dará certo em nossa vida.

1ª OFICINA APLICADA POR ANTONIA

ESCOLA PROFESSOR MANOEL XAVIER PAES BARRETO
PROFESSORA: ANTONIA Mª REIS DE MACEDO MENEZES



RELATÓRIO DA 1ª ATIVIDADE REALIZADA EM SALA


A atividade escolhida é a que está na Unidade 9, Seção 2, Avançando na prática, do TP 3, que fala sobre o tema Trabalho, para aplicar na 7ª série “B” do turno vespertino.

Inicialmente organizei a sala em grupos pares, cada grupo escolheu um porta-voz e um representante para ir ao quadro. Na medida em que eu dizia "Trabalho é...", cada grupo, depois de discutir entre si, formulava sua definição de trabalho, e logo em seguida o porta-voz fazia a leitura da definição criada por eles. Na sequência os representantes de cada grupo escreviam no quadro cada conceito produzido.

Houve uma competição bem interessante, uma vez que, o grupo que produzia e fazia a leitura, em primeiro lugar, da sua definição marcava ponto. Aproveitei o ensejo para mostrar-lhes a importância de sabermos competir saudavelmente, pois na nossa vida, vivemos em competição constante.

No final, fizemos as leituras das definições que estavam no quadro como: “Trabalho é um direito de todo cidadão”; “Trabalho é uma forma de desenvolvimento humano e sustentável a todos os homens; “Trabalho é uma fonte de vida para o cidadão”; Trabalho é uma forma de sustentabilidade para a familia”. Conversamos sobre a importancia do trabalho na vida das pessoas, as consequencias que a falta dele traz para as nossas vidas, logo após, os alunos produziram textos nos mesmos grupos sobre o tema proposto.

Achei muito interessante, pois houve participação de todos os alunos, e também, porque pudemos fazer uma reflexão sobre a necessidade de todos se prepararem, dedicando-se aos estudos, para que no futuro possam se incluir no mercado de trabalho, cada vez mais exigente e competitivo.

MEMORIAL DE PRYCILA

Sou Prycila da Silva Lima, professora há oito anos. Confesso que essa não era minha opção quando adolescente. Sempre fui uma aluna aplicada. Terminei o Ensino Médio aos 16 anos, na Escola Jacob Antônio de Oliveira, na cidade de Orocó-PE, minha cidade natal.

Sempre fui uma jovem dedicada aos estudos e sempre sonhei em cursar uma faculdade de jornalismo, mas meus pais não tinham condições financeiras de manter os meus estudos fora da minha cidade. Sendo assim, como eu não queria parar de estudar, pois acreditava que estudando iria poder melhorar de vida, resolvi fazer formação de professores aqui em Petrolina. No primeiro vestibular que fiz não consegui êxito, sofri com a reprovação. Não desisti e no segundo vestibular passei na FFPP para o curso de Letras em 6º lugar. Escolhi o curso de Letras porque achava o mais parecido com o curso de Jornalismo, pois envolvia o mundo da leitura e escrita.

Passei quatro anos na faculdade, foram anos difíceis, pois morava em Orocó e para estudar tinha que vir para Petrolina de carona todos os dias. Fiquei dois anos da minha vida, arriscando-me para consegui meu objetivo: estudar. Até que consegui um emprego aqui em Petrolina. Então passei a estudar a noite, para trabalhar durante o dia.

Apesar das dificuldades consegui terminar minha faculdade e passei no meu primeiro concurso, na cidade de Orocó. Comecei então, outra batalha, já estava casada e meu esposo trabalhava aqui em Petrolina. Passei a ir e voltar de Orocó toda semana e assim tive meus dois filhos.

Depois de cinco anos como professora, surgiu uma oportunidade para eu assumir a direção da escola onde trabalhava, aceitei o desafio. Foi difícil, pois eu estava experimentado o outro lado da moeda, lidar com os próprios colegas de profissão foi muito complicada, mas posso garantir que aprendi muito também.

Ainda estava na gestão da escola, quando fiz o concurso do Estado de Pernambuco e, graças a Deus, fui selecionada e convocada. Comecei a trabalhar na Escola Jacob Antônio de Oliveira, a minha escola do coração, pois foi lá que aprendi conceitos e valores que carrego até hoje. Dei a Escola Jacob o melhor de mim como aluna e apesar do pouco tempo que trabalhei como professora, procurei também deixar lá o que tenho de melhor.

Finalmente este ano consegui minha remoção para Petrolina e estou desde o início na Escola Professor Humberto Soares. Tenho pouco tempo de sala de aula, mas já conheço muito a realidade da educação em nosso país e apesar de não ter escolhido a minha profissão por vocação, procuro sempre fazer o melhor para ajudar a melhorar os meus alunos a conquistar os seus objetivos, mostrando-lhes que só através da educação é possível se tornarem realizados pessoal e profissionalmente.

MEMORIAL DE EZINETE

Minha trajetória escolar teve início por volta dos anos 70. Esse momento marcou a minha vida porque foi na época da palmatória. Morria de medo desse terrível castigo. Passei essa fase muito bem. Após esse período fui para a escola Paes Barreto onde cursei todo o Ensino Fundamental I. Lembro-me bem como era o iniciar o dia naquela instituição. Tinha todo um ritual religioso e cívico no pátio. A diretora sempre nos reunia para cantar o hino nacional e de Pernambuco, rezar e receber todos os avisos e orientações. Isso foi muito importante para mim.

Ainda nesse período comecei a me interessar por atividades esportivas na escola. Concluí a 4ª série e fui para a EMAAF fazer o Fundamental II e o Ensino Médio. Sempre fui uma aluna muito dedicada, além de ser atleta, participava de todas as comemorações da escola. Sempre gostei de ver a escola em festa.

No ensino médio senti um pouco de dificuldade nas disciplinas matemática, química e física, mas como tinha ótimos professores isso não me trouxe grandes problemas. Ainda nesse período veio uma oportunidade para eu trabalhar. Era como bolsista do CEMIC. Trabalhava com crianças carentes; um trabalho muito gratificante. Eu me sentia muito amada.

Concluí o Ensino Médio casei e fui instigada por minha irmã mais velha a fazer o magistério. A partir daí começou outra fase da minha vida. Tinha que estudar, trabalhar e ainda cuidar da casa. Mesmo tendo um esposo compreensivo foi difícil. Eram muitos os trabalhos escolares e eu sempre queria fazer o melhor. Veio o período de estágio e também os filhos. Não tive tempo para vê-los crescerem.

Ao terminar o magistério arranjei meu primeiro emprego na escola Humberto Soares. Tinha a maior vontade de ser funcionária do Estado e consegui. Lá fui professora de uma 4ª série e a maioria dos alunos morria de medo de matemática e eu tinha que fazer com que eles perdessem o medo e gostassem pelo menos um pouquinho da matéria. Foi com muito esforço mais consegui.

Fiz o vestibular para LETRAS e fui aprovada. O curso era muito bom. Meus professores excelentes. Mas, hoje sinto que o que aprendemos na Faculdade é muito diferente da nossa prática como professora. A forma como aprendemos não dá pra ser repassada. Nossos alunos de hoje são inquietos, não tem muita vontade de estudar e esse é o nosso maior desafio. Fazer com que eles sintam “vontade” de estudar.

Acredito que esse curso GESTAR, veio em boa hora, pois precisamos repensar nossa prática e aprendermos formas diferentes de ensinar. A princípio estou muito ansiosa e cheia de expectativas.


Ezinete Alencar de Sá Neves
Escola Profº.Humberto Soares
Aluna do curso GESTAR-2009
Petrolina -PE

1ª OFICINA APLICADA POR CLARA MAIARA

RELATORIO (l Oficina do Gestar ll / TP3)

No dia 17 de março de 2009, foi realizada na turma do 9º ano do ensino fundamental ll, na Escola Est. Professor Manoel Xavier Paes Barreto, a atividade do avançando na prática referente a seção 02 da unidade 09 com o tema trabalho e com o objetivo de trabalhar o conhecimento intuitivo do aluno sobre o tema.
Diante da turma a professora propôs que a mesma fosse dividida em grupos com números pares, em seguida escolhessem um representante e um aluno para ir ao quadro. Nessa fase foi observado que os alunos tiveram um pouco de dificuldade para formar grupos de números pares. Superado esse pequeno empecilho, foi dada continuidade a atividade.

A cada comando de voz do professor: “Trabalho a definição é...” O grupo de alunos discutia a definição para a palavra trabalho e passava essa informação para o representante do grupo e imediatamente transmitia a informação para o aluno que escrevia a definição no quadro. Toda essa dinâmica do comando de voz até a escrita da definição no quadro era contado 1 minuto. Saiu vencedor o grupo que conseguiu escrever mais definições completas. E na ocasião três grupos empataram. E ao final todos os grupos produziram um texto sobre o tema trabalho.

Com a realização dessa atividade os alunos tiveram a oportunidade de criar em grupo, respeitar a opinião dos demais colegas, trabalhar em conjunto e usar a criatividade para que as respostas não se repetissem.
As definições foram várias tais como: “trabalho é o esforço do homem.” “É o meio que o homem tem para sobreviver.” “É uma forma de ganhar dinheiro para comprar o necessário para sobreviver.” “É uma forma de sobrevivência.”

Concluída a atividade com a produção de textos, percebeu-se que os alunos realizaram as produções com mais facilidade e com mais riqueza de vocabulário.

MEMORIAL DE CLARA MAIARA

Meu nome é Clara Maiara Lopes Carvalho, tenho 26 anos, sou filha de professora e a maioria das mulheres em minha família são professoras também.

A minha vida profissional foi influenciada por minha mãe, nunca tomei isso como uma imposição, mas sim como um melhor caminho para se obter uma profissão estável, até por que na região essa é uma profissão em que há muito campo para o trabalho, então a princípio foi um dos motivos que me levaram a ser professora.

Fiz o curso de magistério no colégio municipal Paulo Vl, fui formando da ultima turma de magistério nesse colégio, tive professores maravilhosos, onde posso destacar a professora Rosália da disciplina de português por quem eu aprendi a admirá-la. Eu poderia ter vários motivos para não escolher essa disciplina para me especializar, nunca fui uma excelente aluna em português sempre estudei para tirar boas notas e não obtinha resultados bons, somente o suficiente para passar de ano, mas com essa professora aprendi que “estuda ou estuda” não havia alternativas para aprender e agradeço-a muito por essa lição.

Passei no vestibular para Letras e a pessoa a quem eu mais queria contar a novidade era a professora Rosália, enfim tive essa oportunidade de dizer: “consegui” vou ser professora como à senhora.
No período inicial da faculdade fiquei deslumbrada com tudo que acontecia, me sentia muito feliz e poderosa, afinal dentre minhas amigas só eu tinha passado no vestibular.

No mesmo ano fui aprovada no concurso para professora do município de Casa Nova, mas só comecei a trabalhar no ano seguinte, aí começou um pouco de minha angústia pela educação.

Quando fazia o magistério, achei que eu dentro do meu círculo poderia fazer algo de bom para a educação, pensava em ser a melhor educadora da região e acabei me deparando com uma realidade bem diferente daquela que imaginava. Percebi que sozinha não poderia fazer nada, pois existem pessoas acima de mim que detêm o controle de tudo e de todos. Essa é a realidade deste município em que trabalho há seis anos. Aos poucos a passos de tartaruga essa realidade vem melhorando começando pela a valorização do professor. Ensino numa creche que acolhe crianças carentes de 02 a 05 anos de idade, realizo esse trabalho no turno da tarde no distrito de Santana do Sobrado.

Antes de ingressar no município de Casa Nova trabalhei por dois anos em escolas particulares de Juazeiro, um dos meus sonhos é voltar a lecionar na cidade onde moro, ainda não tive essa oportunidade.

A minha história no Estado de Pernambuco é recente sou concursada apenas há dois anos, ensino na Escola Est. Prof. º Manoel Xavier Paes Barreto do 6º ao 9º ano do fundamental e a 1º ano do ensino médio as disciplina de Português e Inglês, onde pretendo superar minhas angústias com a educação e me realizar como profissional.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

4ª oficina aplicada por EVA COELHO






IV Oficina

IV Relatório de experiência

O avançando na prática do dia 30/04/09, eu apliquei em sala de aula a atividade da página 85 do TP 4 , em uma sala de 5ª série da escola Marechal Antônio Alves Filho (EMAAF).
A atividade proposta foi a seguinte:
• Fiz um levantamento na sala perguntando a turma o que eles mais gostavam de fazer? Quais os assuntos que mais os mobilizavam?
• Então eu fui ao quadro e à medida que eles iam falando os assuntos eu ia escrevendo, perguntei a cada aluno individualmente e eles falaram vários temas como: festa, criança, bíblia, história em quadrinhos, meio ambiente, leitura e literatura.
• Então eu propus o cada grupo que fizesse uma pesquisa do seu tema para realizar um trabalho em sala.
Ex: o grupo que o tema era criança: propus que realizassem uma pesquisa sobre os direitos da criança no estatuto da criança e do adolescente.
O grupo da bíblia: falar um pouco sobre a bíblia.
O grupo da festa: fazer uma pesquisa sobre as datas comemorativas.
O grupo das estórias em quadrinhos, pesquisar livros infantis, contos de fadas.
O grupo do meio ambiente: pesquisar algum texto ou reportagem que fale sobre poluição.
O grupo de literatura: pesquisar um literário brasileiro e algumas de suas obras
O grupo de leitura: pesquisar alguns textos, músicas de que eles gostassem.
Objetivos: levar o aluno a praticar a leitura, contribuindo assim com o desenvolvimento da linguagem e escrita.

O resultado esperado foi satisfatório, pois os alunos realizaram as pesquisas e conseguiam produzir seus trabalhos de acordo com o que foi solicitado. O resultado foi surpreendente, os trabalhos foram realmente maravilhosos.

Escola Marechal Antônio Alves Filho
Professora: Eva Coelho Rodrigues
Petrolina – PE
05/06/09

Veja anexo a seguir!