sexta-feira, 5 de junho de 2009

4ª oficina aplicada por EVA COELHO






IV Oficina

IV Relatório de experiência

O avançando na prática do dia 30/04/09, eu apliquei em sala de aula a atividade da página 85 do TP 4 , em uma sala de 5ª série da escola Marechal Antônio Alves Filho (EMAAF).
A atividade proposta foi a seguinte:
• Fiz um levantamento na sala perguntando a turma o que eles mais gostavam de fazer? Quais os assuntos que mais os mobilizavam?
• Então eu fui ao quadro e à medida que eles iam falando os assuntos eu ia escrevendo, perguntei a cada aluno individualmente e eles falaram vários temas como: festa, criança, bíblia, história em quadrinhos, meio ambiente, leitura e literatura.
• Então eu propus o cada grupo que fizesse uma pesquisa do seu tema para realizar um trabalho em sala.
Ex: o grupo que o tema era criança: propus que realizassem uma pesquisa sobre os direitos da criança no estatuto da criança e do adolescente.
O grupo da bíblia: falar um pouco sobre a bíblia.
O grupo da festa: fazer uma pesquisa sobre as datas comemorativas.
O grupo das estórias em quadrinhos, pesquisar livros infantis, contos de fadas.
O grupo do meio ambiente: pesquisar algum texto ou reportagem que fale sobre poluição.
O grupo de literatura: pesquisar um literário brasileiro e algumas de suas obras
O grupo de leitura: pesquisar alguns textos, músicas de que eles gostassem.
Objetivos: levar o aluno a praticar a leitura, contribuindo assim com o desenvolvimento da linguagem e escrita.

O resultado esperado foi satisfatório, pois os alunos realizaram as pesquisas e conseguiam produzir seus trabalhos de acordo com o que foi solicitado. O resultado foi surpreendente, os trabalhos foram realmente maravilhosos.

Escola Marechal Antônio Alves Filho
Professora: Eva Coelho Rodrigues
Petrolina – PE
05/06/09

Veja anexo a seguir!

MEMORIAL DE VIRGINIA

MEMORIAL

Eu, Virginia Lucia Nunes Souza Melo, nasci em Petrolina , sou filha de Mario de Souza e Izabel Nunes de Souza, pais fantásticos, não poderia ser melhor. Fui a última a nascer. Tenho 4 irmãos e minha infância foi muito feliz. Na adolescência fui morar em Garanhuns com minha irmã mais velha onde passei 3 anos, pois meus irmão foram estudar em Recife e eu me sentia muito sozinha .

Sou uma pessoa privilegiada, pois estudei em ótimas escolas das quais guardo lembranças inesquecíveis. Sempre fui uma garota alegre e estava sempre em companhia de pessoas bem humoradas, característica essa que eu admiro no ser humano.

Quando meus pais foram morar em Recife e fui ao seu encontro terminei o 2º grau e depois passei em três vestibulares e comecei a fazer três faculdades ao mesmo tempo - era uma verdadeira loucura - os cursos eram de matemática , economia e pedagogia. Foi nesse momento que comecei a namorar meu atual esposo João Bosco Alves de Melo, advogado, uma pessoa maravilhosa. Fui, então, orientada pela minha família a concluir pelo menos uma faculdade, pois acabaria casando sem concluir nenhum curso.

O curso escolhido foi aquele que teria melhores condições de trabalho no interior: licenciatura em Ciências , habilitação em Matemática.

Fato marcante de minha vida foi a construção de uma família, casei fui morar em Caruaru onde tive dois lindos filhos, Romário e Thais. Fiz concurso público e foi assim que ingressei na Rede Estadual de Ensino. Depois fiz o curso de pós graduação em educação infantil e aperfeiçoamento em metodologia do Ensino Superior. Comecei a ter problemas nas cordas vocais fiquei um período readaptada, pedi transferência para minha cidade natal, pois não me agradava a condição de readaptação. Foi quando fiz seleção para educadora de apoio, função na qual me encontro até hoje. Também sou funcionária da Secretaria de Educação deste município e ocupo a função de gestora que me dá muito prazer pois acompanho o crescimento dos alunos dia-a-dia. Meus filhos cresceram: um tem 19 anos, faz faculdade, e minha filha com 17 anos concluiu o ensino médio, está estudando para fazer vestibular.

Estou fazendo Gestar II de português, apesar de não ser minha área, pois preciso ampliar meus conhecimentos para melhor contribuir no meu ambiente de trabalho ,já que preciso dar sugestões para melhorar o desempenho de nossos alunos.

VIRGINIA É EDUCADORA DE APOIO DA ESCOLA PAUL HARRIS

ESCOLA DOM ANTONIO CAMPELO APLICA OFICINAS DO GESTAR






AMPLIANDO O REPERTÓRIO DE LEITURA
As professoras Juliane Dias Maria Celma e Samira elaboraram a seguinte sequência didática e cada uma vivenciou-a em sua sala de aula. Os estudos realizados a partir da unidade 16 do TP4 serviu de base para o trabalho e o resultado foi a construção de um painel no qual os alunos realizaram análises de textos de diversos gêneros, bem como uma produção de texto individual.
Confiram:
OBJETIVO
 Refletir sobre a função sócio-comunicativa da leitura.
SEQUENCIA DIDÁTICA
 Construção , em parceira com os alunos, os envelopes da linguagem;
 Distribuição de textos de diversos gêneros nos envelopes;
 Formação de grupos com quatro/cinco componentes e entregar os envelopes contendo os textos;
 Análise dos textos;
 Preenchimento do quadro para reconhecimento do tipo de texto e suas principais características : gênero,função comunicativa, leitor destinatário, informação veiculada.
 Conversa sobre as atividades desenvolvidas;
 Produção de textos dos diversos gêneros observando a função sócio-comunicativa destes.

Por que meus alunos nao gostam de ler?? - Nao é elementar, meu caro professor

“Analfabeta não é a pessoa que não sabe ler.
É a pessoa que, sabendo ler, não gosta de ler.“
(Mário Quintana)

Risalva Nascimento. Sempre me reporto a ela quando penso e falo sobre o prazer de ler. Você deve estar se perguntando: “Mas, quem é ela? Deve ser alguma nova teórica da qual ainda não ouvi falar.” Eu respondo: não é nenhuma nova estudiosa sobre o assunto. É minha mãe. Minha referência quando o assunto é o prazer de ler porque foi com ela que senti os primeiros desejos e delícias da leitura. Ela, apesar de seus seis filhos e de todos os afazeres domésticos demandados especialmente por eles, lia sempre e muito. A maioria das minhas recordações de infância em que ela está, vejo-a com uma revista de fotonovelas, um romance Sabrina ou um de José de Alencar. Detalhe: ela só freqüentou a escola durante dois ou três anos, mas o prazer com que lia e se envolvia nas histórias era visível, quase palpável para mim. Especialmente contagiante, envolvente. Impossível ficar indiferente. Nem tentei.

Comecei assim a minha história de leitora. Durante a minha infância e adolescência, li praticamente de tudo, de Sabrina a Sidnei Sheldon, de Jorge Amado a Tex. (vai fingir que não conhece para não denunciar sua idade ?!! rs).

Quando iniciei meu trabalho como professora e as primeiras indagações sobre o fato de muitos dos meus alunos não gostarem de ler surgiram, pensei que partindo desse ponto, conseguiria, facilmente, encontrar as respostas (que todo professor de Português procura tão avidamente). Enganei-me, percebo agora. As coisas não são assim tão simples. As leituras que tenho feito e as situações pelas quais tenho passado (em uma conversa com alunos sobre o prazer de ler, um deles declarou: depois que eu passar em um concurso e estiver trabalhando em um órgão federal, a gente conversa sobre isso) me mostram que a questão é muito mais complexa e carece de muito mais reflexão e estudo.

Rubem Alves relaciona leitura e música e afirma que quando a mãe pega o nenezinho e o embala, cantando uma canção de ninar, este se tranquiliza e dorme mesmo nada sabendo sobre notas. Sendo assim, aprender a gostar de ler é possível e não passa, necessariamente, por dominar determinadas teorias. Segundo ele, tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as palavras que fascinam. É a estória. A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê e a criança escuta com prazer. “Erotizada“ pelas delícias da leitura ouvida, a criança se volta para aqueles sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da pessoa que o está lendo.

Conforme Rubem, já na escola, as delícias do texto se encontram na fala do professor, que passa a ser o mediador que liga o aluno ao prazer do texto. Existe uma incompatibilidade total entre a experiência prazerosa de leitura e a experiência de ler a fim de responder questionários de interpretação e compreensão.

Por sua vez, Alberto Manguel, em "Uma história da leitura", faz um relato sobre sua experiência como leitor e cita a possibilidade de libertação que a leitura individual faculta ao leitor, que através dela pode encontrar os seus caminhos sem a necessidade de nenhum cicerone.

Agora, estudando o TP4 encontro Ângela Kleiman falando sobre o assunto e acendendo mais uma luz. Ela cita a falta de acesso, a formação precária dos professores, a falta de ambientes propícios à formação de leitores e os equívocos cometidos por estudantes e escolas ao confundirem a leitura com a decifração e cópia de letras a partir de regras memorizáveis.

De fato, os caminhos para despertar o prazer pela leitura em um mundo tão capitalista são muitos e o Gestar está contribuindo na minha busca por respostas. Continuarei lendo, refletindo, buscando, tentando contagiar meus alunos com o meu prazer de ler. Por enquanto, uma certeza: não é elementar. Não é simples encontrar respostas para a pergunta inicial. Enquanto isso, vou me deliciando ao observar, ao meu lado, um pai lendo “O Pequeno Príncipe” para seu filho que, quase cochilando, pergunta “pai, o que quer dizer `tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas´?” Vejo a mágica acontecendo novamente? É mais uma criança sendo cativada pelas delícias da leitura ?

RIVALDÍZIA NASCIMENTO
(FORMADORA DO GESTAR
EM PETROLINA - PE)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

OFICINA APLICADA POR EVA COELHO

Relato de experiência


O avançando na prática do dia 16-04-09, foi realizado na sala de aula da 5ª séria A e B com produção de texto baseado em outro texto.
A fonte que utilizei na sala foi um texto visual, “texto dos operários”.
A atividade solicitada foi à seguinte:
Mostrei a imagem de um texto visual (Os operários) aos alunos e solicitei que eles analisassem a foto e comentassem o que eles tinham entendido.
Após os comentários pedi que produzissem um pequeno texto descrevendo a foto, todos os detalhes da imagem.
Depois que elaboraram a descrição, solicitei que fizessem uma narração como se a fato estivesse ocorrendo naquele momento.
Após o término da narração pedi novamente aos alunos que elaborassem um resumo comparando os dois textos, o descritivo e o narrativo, e dessem opiniões sobre as diferenças e as semelhanças entre os textos.
Objetivo: O objetivo era que os alunos percebessem a diferença entre as tipologias textuais, ou seja, dentro de um gênero visual, eles produziram as tipologias textuais: descritiva, narrativa e opinativa.
Resultado Esperado: O resultado esperado foi satisfatório, os alunos realmente entenderam o que tinha sido solicitado. A princípio alguns acharam que era difícil e complicado, mas depois de algumas explicações entenderam e conseguiram produzir os textos na seqüência em que foi solicitado. Assim o resultado dessa atividade foi surpreendente.
Veja alguns anexos!

Petrolina-PE:
Escola Marechal Antônio Alves Filho (EMAAF)
Prof. Eva Coelho Rodrigues

segunda-feira, 1 de junho de 2009

OFICINA APLICADA POR PENHA

I Oficina

Gêneros textuais

A partir da afirmação de que a linguagem é prática social( Baktthin) cabe-nos permitir ao aluno não só selecionar os gêneros textuais, mas também produzir, identificar a utilidade de cada um no cotidiano.

Os gêneros textuais podem ser considerados como instrumento que fundam a posibilidade de comunicação.
Amplia as capacidades individuais do aprendiz, também amplia seu conhecimento
sobre a prática linguística e social(Schneuwly e Dolz-1997. Com a leitura e socialização dos gêneros textuais os alunos tiveram a oportunidade de entender que para cada situação há uma leitura diferente, juntos foram desenvolvendo e construindo novos significados e atribuindo uma finalidade a cada gênero.
O trabalho em grupo gerou comentários e discussões, como por exemplo" e este texto é literário por quê? " " porque nos diverte."

Em vinte e seis de março desenvolvi na 6ª A e B a primeira oficina TEXTOS LITERÁRIOS E NÃO-LITERÁRIOS. A turma dividida, cada grupo recebeu um envelope contendo textos, selecionou e classificou os textos: informativo,receita, bula,propaganda ( não-literário); poema, música conto, tira, história em quadrinhos(literário).

Cada grupo apresentou seu trabalho para a classe.

Em trinta e um de março os mesmos grupos voltaram a se reunir, dessa vez leram identificaram a temática e finalidade de cada gênero. Discutiram e cada aluno copiou em seu caderno: o título, o gênero, a temática e a finalidade.

No primeiro dia de abril os mesmos grupos produziram textos: literários e não-literários. Cada grupo escolheu um tema e fez paródia,poesia,história em quadrinhos,folder,etc. O tema mais trabalhado foi a dengue. A professora de Ciências estava desenvolvendo umas atividades acerca da doença,causa e prevenção.

Na aula seguinte, as turmas apresentaram seus trabalhos para a classe.
Os textos ainda não foram reescritos.

Textos Literários dos alunos da 6ª B

Amor e Traição

Eu te vi, e tu me viste,
Tu me amaste e ue te amei,
Qual de nós amou primeiro?
Nem tu sabes, nem eu.

Eu vi o meu amor
com outra mulher.
Entrei em depressão,
E me bateu logo uam dor.

Não aguentei muito,
Saí correndo.
Já quase desmaiando;
Eu estou enloquecendo.

Um amor doce e profundo,
Que durou apenas um segundo.
Amor que trouxe muitos sonhos,
mas os sonhos se foram,
E ficou saudades
Saudades no coração.

Ana Moser Barros Novaes


Paródia
Ritmo: Vitor e Leo- Borboletas

Dengue

Sabemos que a dengue
também mata,
Você diz que não tem graça,
Lutar assim.
Foi tudo tão maldito
Ele pegou foi pro infinito,
Ainda acredito,
Que ainda volte aqui.
Agora o dengue volta,
Infecta a minha família,e
Eu também.
Vou mandar pro outro mundo,
Sei que estou acabando,
É com a doença também.
Não sei dizer se o Dengue morreu.
Ou se ainda vai voltar.
Numa noite fria.
O Dengue vem pra sua casa te infectar
Você tem que se cuidar.
Pro dengue não te pegar
Não dixando acumular água
garrafa, vaso, ou pineu.

Aderlândia Delmondes da Cruz




CONSIDERAÇÕES

a finalidade foi mais fácil, mas na hora de expressar por escrito, as ideias não são organizadas. Selecionar textos literários e não literários não foi difícil. A dificuldade foi na identificação da temática.Já isso mostra a deficiência na leitura.Ainda há alunos na turma que apresentam dificuldades para ler e compreeder.

domingo, 31 de maio de 2009

Relato de experiência I

1° Oficina do Gestar II

Relato de Experiência

Relato de experiências comprovadas nas salas de aula sobre gêneros textuais.
Eu trabalhei o texto: Propaganda.
Texto “Você não quer contar esta história para seus filhos”

1.Perguntei aos alunos o que eles entenderam desta propaganda, se tivesse só a foto, se eles entenderiam a mensagem que ela representava. E alguns responderam que era chapeuzinho vermelho em uma floresta desmatada.
2.Então voltei para o título e perguntei: você não gostaria de contar esta história para seus filhos, gostaria? Que chapeuzinho vive em uma floresta desmatada? Então solicitei aos alunos que produzissem um texto falando sobre que história eles queriam contar para seus filhos, ou seja, que eles elaborassem uma historinha, historinha essa que será contada futuramente para seus filhos.
Eles fizeram cada uma mais linda que a outra.
O resultado esperado foi muito bom por que os alunos elaboraram outro texto, ou seja, dentro de um texto gênero propaganda, eles fizeram outro gênero, que foi a redação. Usando as tipologias dissertativas e explicativas.

Eva Coelho Rodrigues
Escola EMAAF