Escola Laura Vicuña
Professora: Tereza Emanuela de Menezes Assis
Texto Reflexivo – II Oficina
TP 3 - Unidade 12 - Grupo 4 - Seção 1
Gêneros textuais e sequências tipológicas
Até recentemente, o ensino de produção de textos (ou de redação) era feito como um procedimento único e global, como se todos os tipos de texto fossem iguais e não apresentassem determinadas dificuldades e, por isso, não exigissem aprendizagens específicas. A fórmula de ensino de redação, ainda hoje muito praticada nas escolas brasileiras – que consiste fundamentalmente na trilogia narração, descrição e dissertação. Além disso, essa concepção guarda em si uma visão equivocada de que narrar e descrever seriam ações mais “fáceis” do que dissertar, ou mais adequadas à faixa etária, razão pela qual esta última tenha sido reservada às séries terminais - tanto no ensino fundamental quanto no ensino médio.
O ensino-aprendizagem de leitura, compreensão e produção de texto pela perspectiva dos gêneros reposiciona o verdadeiro papel do professor de Língua Materna hoje, não mais visto aqui como um especialista em textos literários ou científicos, distantes da realidade e da prática textual do aluno, mas como um especialista nas diferentes modalidades textuais, orais e escritas, de uso social.
O bom texto não é aquele que apresenta, ou só apresenta, características literárias, mas aquele que é adequado à situação comunicacional para a qual foi produzido, ou seja, se a escolha do gênero, se a estrutura, o conteúdo, o estilo e o nível de língua estão adequados ao interlocutor e podem cumprir a finalidade do texto.
Acredito que abordando os gêneros a escola estaria dando ao aluno a oportunidade de se apropriar devidamente de diferentes Gêneros Textuais socialmente utilizados, sabendo movimentar-se no dia-a-dia da interação humana, percebendo que o exercício da linguagem será o lugar da sua constituição como sujeito. A atividade com a língua, assim, favoreceria o exercício da interação humana, da participação social dentro de uma sociedade letrada.
Aplicação do Avançando na Prática
A sugestão era que levássemos aos alunos um texto publicitário que dissesse o seguinte: AJUDAMOS PESSOAS A TRABALHAR JUNTAS. MESMO QUANDO NÃO ESTÃO JUNTAS.
Encontrei o texto acima, que é um anúncio da empresa VERUP, que fornece assessoria em gestão empresarial para o segmento de vestuário, calçados e acessórios.
1.Dividi a sala em grupos e pedi que descobrissem que tipo de serviço a VERUP prestava, ou o que ela vendia.
Como o anúncio contem muitas informações, isso as deixou confusas e não conseguiram definir exatamente, qual o serviço prestado. Algumas acertaram em parte.
2. Juntamente analisamos: o gênero publicitário em termos de objetivos, destinatário, veículo, etc.
3. Logo após analisamos as sequências. Se seriam descritivas, narrativas ou injuntivas, como propunha a atividade.
No início definiram como descritivo e narrativo. Depois de orientados como se daria uma sequência narrativa, chegaram a conclusão que o anúncio é apenas descritivo.
4. Depois, solicitei que em jornais e revistas procurassem textos publicitários e analisassem, conforme o que havia sido feito.
Resultados Obtidos
Anexarei algumas fotos e textos selecionados pelos grupos, não deixando de ressaltar que as atividades são desenvolvidas numa turma de 7º ano.
1.Fotos: Análise no texto publicitário
2. Selecionando os textos publicitários:
Este foi classificado como: Anúncio com sequências Injuntivas e Descritivas.
Este, contendo sequências descritivas e injuntivas.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Olha só que povo lindo!!

Estou, de fato, encantada com essa turma! Sao professores (Ô maldade!! no masculino só por causa de um único homem?! -rs) comprometidos com a educação, responsáveis e preocupados com a formação própria e dos alunos. Se tivéssemos só gente assim, nosso país seria outro! è muito bom ver materializar-se algo tantas vezes citado (algumas até sem razao de ser): "mestre nao é quem sempre ensina, mas quem, de repente, aprende".
A formação continuada e, particularmente, o Gestar estao fazendo a diferença em nossas vidas, nao é, meu povo??
Diza
terça-feira, 28 de abril de 2009
1° OFICINA DO GESTAR - LÚCIA

PROGRAMA - GESTAR II
ESCOLA – EMAAF
CURSISTA – Lúcia Maria Ribeiro
Série – 8ª. A
SEQUÊNCIA DIDÁTICA
Gênero textual: Fábula.
I - Enquete:
1. Para quê você estuda?
2. Qual o seu projeto de vida?
3. O que você não quer ser de jeito nenhum?
Objetivos: Motivar os alunos a se comunicar na sala de aula mostrando que é importante ter foco, objetivos.
II – Conceituar o gênero (Fábula) e suas principais características.
1. Animais que falam
2. Sempre tem um ensinamento moral.
3. História inverossímil (impossível de ter acontecido).
4. Entonação (tom e modulação da voz do narrador).
5. Geralmente usa-se a fala coloquial (a fala do dia a dia).
6. Dicção (a pronúncia clara e bem articuladas de todas as sílabas).
7. Gesticulação (os movimentos do corpo do narrador).
III – Contar a fábula (em anexo).
IV – Estudo dirigido do texto.
1. Onde acontece o clímax da história?
2. Qual o seu desfecho?
3. Qual a moral da história?
V – Análise dos personagens.
01. Em sua opinião o lobo foi:
a)Insolente b) Respeitoso c) Brincalhão
02. O carvalho foi:
a ) Insolente b( Respeitoso c) Brincalhão
03. A moça foi:
a) Insolente b) Esperta c) Brincalhona.
VI – Explorando o sentido de certas expressões comum ao gênero trabalhado.
1. A expressão “Era Uma vez, dá o sentido de:
a. Tempo exato.
b. É o mesmo que dizer, “Dia de São nunca”
c. Apenas uma expressão para enfeitar o texto.
2. Na parte da história, onde o Homem Sem Sorte diz para o Lobo. _ “Mas seu Lobo, você ainda não morreu? Pelo tom de voz do narrador, o Homem Sem Sorte estava:
a. Desejando a morte do Lobo.
b. Fazendo um gracejo com o Lobo
c. Sendo insolente com o Lobo.
d.
03. Em “Tô indo procurar Deus... “É uma construção linguística comum da oralidade, passe a mesma para a linguagem padrão culta.
VII – Em sua opinião, a narradora da história teve uma dicção:
A) Boa.
b) Regular
c) Ruim.
VIII – Quanto à gesticulação, ela ajudou você a entender melhor a história? Comente.
IX - Localize pelo menos uma informação implícita no texto.
(A Moral da história é uma informação implícita).
X – Vocabulário.
1. Clímax - O ponto mais alto, de maior suspense em uma história. O auge.
2. Gracejo - Dito espirituoso ou irônico, fazer graça.
O3. Insolente - Atrevido, arrogante, não respeitoso.
3. Desfecho – Conclusão de um fato, parte final de uma obra literária, peça teatral.
4. Reconto – Tornar a contar (ou narrar uma história)
5. Projeto de vida – São os caminhos planejados para atingir uma meta que você traçou para si daqui a um determinado tempo.
6. Implícito – Subentendido, que não está claro.
XI – Agora faça um reconto da fábula que você ouviu, modificando seu enredo, (pode ser o começo, o meio ou o fim, contanto que tenha alguma coisa a ver com a história ouvida) lembrando dos passos mais importantes na produção de um texto: planejar, escrever, avaliar, fazer os acertos que achar necessários e por fim, quando se der por satisfeito reescreva seu texto.
XII – Após correção das produções individuais, fazer uma revisão dos itens detectados em desacordo com a norma padrão ou com gênero trabalhado.
1. Falta de sinais gráficos que marcam o diálogo na grafia do discurso direto. Como ( ¨_ ) travessão e (“ “) aspas.
2. Repetição desnecessária de uma mesma palavra. Ex.: Então, aí, ele e a conjunção “e”.
3. Uso incorreto de “mas” e “mais”.
4. Uso incorreto de “a” e “há”.
5. Uso incorreto de “onde” e “aonde”.
6. Ausência de pontuação (vírgula, ponto e dois pontos).
7. Ausência de parágrafos.
XIII - Como foram trabalhadas estas questões. Usei uma transparência com o texto Dentro de uma casa escura” ( deveria ser o mesmo da fábula, mas, por questão de economia usarei esta transparência para mostrar que a história escrita obedece a certos critérios e formalidades da escrita. Enquanto na oralidade, um gesto, um tom de voz pode nos dizer muitas coisas a história escrita necessita de marcas gráficas. Outra particularidade da oralidade é “ Quem conta um conto aumenta um ponto”.)
>Mostrar as marcas ou sinais gráficos como o travessão, a mudança de linha para introduzir a fala de outro interlocutor.
>O uso do ponto de interrogação e exclamação geralmente usados em um diálogo.
>O Uso de aspas no lugar do travessão.
>O Uso dos verbos “dicendi” que têm a função de marcar o discurso direto. (perguntar, dizer, responder, indagar, sugerir, afirmar etc.)
XIV – Lembrar que muitas palavras são grafadas diferentes da pronúncia. Como “voutando’ e ‘quau”. A grafia correta é voltando e qual. Solicitar que criem o hábito da leitura para adquirir estas competências.
XV – Pedir que verifiquem em seus trabalhos esses itens e corrija-os. A seguir reescrevam seus textos e finalmente serão socializados em sala de aula para os colegas. (Atividade valendo nota para a primeira avaliação da unidade.)
Observações: Aspecto positivo. Depois de começar o trabalho com uma sequência didática indo da oralidade, passando pela leitura e por fim a produção textual pode-se detectar quais as competências que o aluno já domina e quais as que precisam ser trabalhadas naquele momento.
Quanto às dificuldades, a falta de recursos foi o que mais contou nesta primeira etapa, porém, nada que não possa ser contornado.
O HOMEM SEM SORTE
Era uma vez não muito longe daqui, havia um homem que se sentia muito infeliz. Nada do que ele fazia dava certo. Se ele plantasse umas sementes, o sol vinha forte e as esturricava ou, então, vinha uma chuva pesada e levava as sementes na enxurrada.
O homem achava que era a pessoa mais sem sorte desse mundo. Começou a lamentar-se e queixar-se com todo mundo. Assim, as pessoas começaram a afastar-se dele. Quando o viam caminhando em um lado da rua, imediatamente atravessavam para o outro, evitando ouvir suas lamúrias. Além de sem sorte, este homem também se tornou solitário.
Um dia, o homem cansou-se de sua própria infelicidade e resolver fazer algo a respeito. Decidiu procurar o CRIADOR e perguntar-lhe o que é que ele deveria fazer para mudar sua sorte. Assim pensou assim ele fez. Botou uma mochila nas costas e andou, andou, andou um ano um mês e um dia e por fim chegou, a uma mata verde e tão linda que pensou:
_ "Deve ser aqui a casa do Criador".
Entrou na mata com muito cuidado, como se entrasse num santuário.
Não tinha dado dez passos quando ouviu um gemido alto e arrepiante, vindo das profundezas da dor.
Olhou em volta e viu que, quem uivava tão dolorosamente, era um lobo deitado perto de uma moita. Este lobo tinha um péssimo aspecto: seu pelo não tinha cor, seus olhos não tinha brilho, seus dentes estavam amarelados e as orelhas caídas.
O homem então lhe perguntou . _ Mas seu lobo porque você está gemendo deste jeito?
_Não sei seu moço, de uns 15 dias pra cá estou me sentindo mal e não sei explicar o que tenho. _ Respondeu o lobo.
_ Pois olha, você está se sentindo mal há 15 dias e eu tenho sido infeliz a vida toda. Mas nem por isso estou aí, deitado, me queixando da vida. Resolvi fazer alguma coisa a respeito. Vou procurar o Criador e perguntar a ele como é que eu posso sair desse estado.
_ Ah!... Seu moço se porventura o senhor encontrar Deus, pergunte a ele por mim, o que preciso fazer para não me sentir mal assim. Estou muito fraco para ir pessoalmente. Por favor, faça isso por mim.
O Homem sem Sorte disse:
_ Tá bom. Se eu me lembrar, eu pergunto. E continuou seu caminho.
Andou, andou, andou 01 ano 01 mês e 01 dia e chegou então a um lago tão sereno e harmonioso, que pensou: "Ah, deve ser aqui a casa do Criador!”.
Mas ao se aproximar do lago, ouviu outro gemido. Um gemido longo que saía das entranhas do infortúnio. Olhou à sua volta e viu um enorme pé de carvalho curvado, quase caindo sobre o lago.
_ O que você tem seu Carvalho, por que está gemendo assim? De que você precisa mais para viver se tem água, terra fértil e o sol que lhe aquece?
_ Ah, estou me sentindo pessimamente. Parece que estou acabando e não consigo saber o que há de errado comigo.
_ Mas que incrível! Quanta gente arrastando-se e queixando-se por aí. E todos assim, parados, sem fazer nada! Eu, não! Eu tenho sido sem sorte durante toda a minha vida, mas agora, resolvi dar um jeito na situação. Vou procurar o Criador e perguntar-lhe o que devo fazer para mudar a minha vida!”.
_ "Ai", gemeu a árvore.
_Estou muito fraca e não agüento ir até o criador. Mas já que você vai encontrar-se com ele, por favor, faça uma caridade a um ser que não pode se locomover, pergunte-lhe o que eu posso fazer para me sentir melhor.
_ Está bem, _Disse O Homem Sem Sorte.
_Se eu me lembrar....
Continuou o seu caminho. Andou, andou, andou 01 ano 01 mês e 01 dia e encontrou um lindo campo de flores amarelas e, do outro lado do campo, viu uma casinha de aspecto muito acolhedor.
_ Que casinha mais acolhedora _Pensou. "Deve ser ali a casa do Criador".
Atravessou correndo o campo sem notar o perfume e a graça das flores amarelas. Bateu à porta da casa e veio atender uma mulher, jovem e simpática, que o convidou para entrar e lhe ofereceu um café. Ele nunca havia encontrado uma pessoa tão agradável. Conversaram a noite toda. Disse coisas que, até então, nunca havia dito a ninguém.
Mas, assim que amanheceu o dia, ele se lembrou de sua missão:
_ Tenho que ir embora, pois estou procurando o Criador parar me dizer o que devo fazer para deixar de ser tão sem sorte. Você é que é feliz, pois mora nesta casinha acolhedora.
_ É verdade, mas, muitas vezes, eu me sinto muito triste e não sei dizer porquê. Já que você vai falar com o Criador, por favor, pode perguntar a Ele porque é que eu, às vezes, me sinto assim?”.
_ Está bem, vou tentar me lembrar, você foi tão simpática comigo.
E seguiu seu caminho. Andou, andou, andou 01 ano, 01mês e -1 dia e chegou numa encruzilhada. Dizem que é nas encruzilhadas que as coisas acontecem e acabou encontrando uma luz clara e brilhante. Era ali, certamente, a casa do Criador.
O homem conversou com Ele e saiu de lá animadíssimo.
Andou muito rápido e logo se viu, novamente, na casinha acolhedora da moça simpática.
Ela mostrou alegria em revê-lo e lhe perguntou:
_ Você falou com o Criador?.
_ Falei, sim, e agora estou correndo para executar o que ele me disse.
A moça continuou: _ E você perguntou a ele por mim?
_ Perguntei sim. _ Disse o homem.
_O Criador falou que o seu problema é solidão. Disse que você precisa encontrar um moço bonito, bem apessoado para dividir com você essa casinha acolhedora e todos os seus problemas estarão resolvidos.
A moça olhou para ele, corou, e sugeriu: _ Será que você não pode ser esse companheiro e ficar morando aqui comigo?
_ Bem que eu gostaria, mas o Criador falou que minha sorte está aí no mundo à minha espera. É só eu abrir os olhos para vê-la. Então, eu tenho que ir correndo encontrar minha sorte.
Despedindo-se dela, atravessou o campo de flores amarelas e, novamente, sem notar como eram perfumadas e graciosas.
Logo, logo, chegou até o lago, onde estava a árvore, agora em pior aspecto do que nunca, com as folhas todas murchas e amareladas. O homem já ia apressadamente continuando o seu caminho, mas a árvore o chamou:
_ Ei, amigo! Aonde você vai com tanta pressa, pela sua alegria acho que encontrou o Criador. Você perguntou a Ele por mim?
_ Ah, perguntei sim. O Criador disse que, em suas raízes, existe um grande cofre, cheio de ouro, e que está sufocando você. O Criador alertou para você encontrar alguém que arranje uma enxada e desenterre esse cofre para você. Dessa forma você vai ficar boa de novo.
_ Por favor._ pediu a árvore, _você não quer fazer isso por mim? Não quer arranjar uma enxada e desenterrar o cofre? Você até pode ficar com as moedas, já que me parece que vocês, homens, se interessam tanto por elas.
_ Sinto muito. _Disse o homem. O Criador disse que minha sorte está aí no mundo, à minha espera, e não posso perder tempo procurando enxadas e desenterrando cofres. Arranje outra pessoa.
Mas à frente, o homem encontrou o lobo, que agora estava deitado no meio do caminho, e com um aspecto desolador.
_ Mas seu Lobo o Sr. Ainda não morreu?
_ Pois é seu moço, estou aqui e o sr. encontrou mesmo Deus( Ele achava que ele não O encontraria).
_Encontrei sim.
_ E lembrou-se de perguntar a Ele por mim?
_ Perguntei sim. Ele disse que o seu problema é inanição. Você está simplesmente com fome. Precisa ficar atento ao primeiro idiota que passar e devorá-lo.
O lobo reuniu suas últimas forças, pulou sobre o homem e devorou-o
Foi assim o fim do homem sem sorte, e será assim o fim de todos os homens que pensam que não precisam colaborar com a vida para se tornarem homens de sorte.
Conto africano contado por Inno Sorcy na "Noite de Contos" em BH, 1996.
sábado, 25 de abril de 2009
Memorial - Lúcia Maria Ribeiro
DOC 01
Memorial
Abril, 2009.
1.0 DADOS PESSOAIS.
Nome: Lúcia Maria Ribeiro
Sexo: Feminino
Filiação: Marcelina Maria Ribeiro e Plínio José Ribeiro
Nascimento: 15.04.1954
Estado Civil: Divorciada
Filhos: Kelly Cristine, Troy Steve, Márjorie Aniella e Igor Yuri
RG: 1.477.864.52 SSP-BA
CPF: 093.822.084-53
Carteira de Trabalho: 53.620/ 282 PE.
Título de Eleitor: 070.373.510.558 Zona 83 Seção 399 - Petrolina (PE)
2.0 FORMAÇÃO ESCOLAR
2.1 – Ensino Médio
1972 – 1974 >Curso Científico – Escola Estadual de Petrolina. Neste mesmo ano fiz vestibular para a Licenciatura de Letras/Inglês, sendo aprovada em 8º. Lugar, mas não pude freqüentar porque naquela época a FFPP era uma autarquia e a mensalidade custava um salário mínimo e como eu custeava meus estudos e também ajudava nas despesas de casa, tornou-se inviável.
Para não ficar parada, fui fazer outro curso de segundo grau, agora profissionalizante. (Secretariado) o qual abandonei no último ano para me casar. Porém esta formação profissional não foi em vão, pois graças a ela fui aprovada em 1976 no concurso do Banco Estadual da Bahia S/A permanecendo nesta instituição por 15 anos, exercendo as funções de Auxiliar Administrativo, Caixa e Ge Administrativa.
Mas chegou era Collor de Mello e as privatizações e para enxugar o quadro de funcionários, foi efetuada uma enorme redução do quadro, e como não tinha nem amigos nem parentes influentes fui das primeiras a ser demitida. Pensei em retomar os estudos, mas novamente tive que desistir dos mesmos para acompanhar o então esposo que também era bancário e ocupava cargos administrativos e só permanecia na mesma cidade por um período de 03 anos e nas cidades em que moramos não tinha curso Superior.
Então em 1998, fomos transferidos para Janaúba, no norte de Minas Gerais, e ali fiz o curso de magistério nível médio, me envolvendo completamente no universo escola/aluno, percebendo enfim, que esta seria a atividade profissional em que me realizaria, apesar dos baixos salários e falta de condições para desenvolver um bom trabalho. Após terminar o curso de Magistério, acabou também meu casamento e retornei a Petrolina em 2000.
Como já estava com 45 anos, achei que criando uma microempresa arranjaria os meios econômicos para a sobrevivência. Reuni todas as minhas economias e fundei a microempresa, que faliu em 03 anos. A razão maior da falência foram minhas ideologias sociais, sempre colocadas em primeiro lugar e o capitalismo não perdoa quem não joga de acordo com suas regras. Toda esta história foi para contar o que fiz neste período de final de ensino Médio e início do ensino Superior e finalmente em 2004 fui aprovada mais uma vez no vestibular, Curso de Letras/Português.
2.2 – FORMAÇÃO UNIVERSITÁRIA
2005 – 2009 > Licenciatura, habilitação Letras/Português – UPE – Campus IV Petrolina.
Comecei este curso e estou cursando, pois termino no final de junho/2009, com o maior afinco e responsabilidade.
No ano de 2007, fui convidada para dar aulas em um curso profissionalizante nos finais de semana. Como os conteúdos ministrados eram administrativos, não tive a menor dificuldade, uma vez que já os conhecia do meu tempo de bancária e ao mesmo tempo esta experiência me permitiu adquirir domínio de sala, o que foi muito importante na etapa seguinte.
Em 2008 - Entrei como estagiária da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco e fui lotada na escola EMAAF assumindo de abril a dezembro duas 7ª. E uma 8ª. do ensino fundamental e, apesar das dificuldades, acho que me sai bem, tanto que neste ano permaneci na mesma escola onde vou ficar até o final do meu contrato que termina em 30.06.2009.
Fui aprovada neste último concurso público da Secretaria de Educação de Pernambuco para o cargo de professor de Língua Portuguesa em trigésimo oitavo lugar e espero ser chamada.
Sei que tenho muito para colaborar na educação dos jovens, pois tenho uma certa cumplicidade com eles o que facilita bastante o nosso trabalho.
3.0 TRABALHOS PUBLICADOS
Segunda Mostra de Estudos Acadêmicos – MEA
Curso LETRAS da FFPP/ UPE
Dias 12 a 13 de dezembro 2005
Caderno de resumos. – O desempenho Cognitivo e a aprendizagem dos alunos do ensino fundamental da escola São Domingo Sávio – Projeto Contação de Histórias para formação do leitor.
4.0 SERVIÇO VOLUNTÁRIO
No ano de 2005 prestamos serviço voluntário na instituição PETRAPE, dando reforço escolar para os internos.
Memorial
Abril, 2009.
1.0 DADOS PESSOAIS.
Nome: Lúcia Maria Ribeiro
Sexo: Feminino
Filiação: Marcelina Maria Ribeiro e Plínio José Ribeiro
Nascimento: 15.04.1954
Estado Civil: Divorciada
Filhos: Kelly Cristine, Troy Steve, Márjorie Aniella e Igor Yuri
RG: 1.477.864.52 SSP-BA
CPF: 093.822.084-53
Carteira de Trabalho: 53.620/ 282 PE.
Título de Eleitor: 070.373.510.558 Zona 83 Seção 399 - Petrolina (PE)
2.0 FORMAÇÃO ESCOLAR
2.1 – Ensino Médio
1972 – 1974 >Curso Científico – Escola Estadual de Petrolina. Neste mesmo ano fiz vestibular para a Licenciatura de Letras/Inglês, sendo aprovada em 8º. Lugar, mas não pude freqüentar porque naquela época a FFPP era uma autarquia e a mensalidade custava um salário mínimo e como eu custeava meus estudos e também ajudava nas despesas de casa, tornou-se inviável.
Para não ficar parada, fui fazer outro curso de segundo grau, agora profissionalizante. (Secretariado) o qual abandonei no último ano para me casar. Porém esta formação profissional não foi em vão, pois graças a ela fui aprovada em 1976 no concurso do Banco Estadual da Bahia S/A permanecendo nesta instituição por 15 anos, exercendo as funções de Auxiliar Administrativo, Caixa e Ge Administrativa.
Mas chegou era Collor de Mello e as privatizações e para enxugar o quadro de funcionários, foi efetuada uma enorme redução do quadro, e como não tinha nem amigos nem parentes influentes fui das primeiras a ser demitida. Pensei em retomar os estudos, mas novamente tive que desistir dos mesmos para acompanhar o então esposo que também era bancário e ocupava cargos administrativos e só permanecia na mesma cidade por um período de 03 anos e nas cidades em que moramos não tinha curso Superior.
Então em 1998, fomos transferidos para Janaúba, no norte de Minas Gerais, e ali fiz o curso de magistério nível médio, me envolvendo completamente no universo escola/aluno, percebendo enfim, que esta seria a atividade profissional em que me realizaria, apesar dos baixos salários e falta de condições para desenvolver um bom trabalho. Após terminar o curso de Magistério, acabou também meu casamento e retornei a Petrolina em 2000.
Como já estava com 45 anos, achei que criando uma microempresa arranjaria os meios econômicos para a sobrevivência. Reuni todas as minhas economias e fundei a microempresa, que faliu em 03 anos. A razão maior da falência foram minhas ideologias sociais, sempre colocadas em primeiro lugar e o capitalismo não perdoa quem não joga de acordo com suas regras. Toda esta história foi para contar o que fiz neste período de final de ensino Médio e início do ensino Superior e finalmente em 2004 fui aprovada mais uma vez no vestibular, Curso de Letras/Português.
2.2 – FORMAÇÃO UNIVERSITÁRIA
2005 – 2009 > Licenciatura, habilitação Letras/Português – UPE – Campus IV Petrolina.
Comecei este curso e estou cursando, pois termino no final de junho/2009, com o maior afinco e responsabilidade.
No ano de 2007, fui convidada para dar aulas em um curso profissionalizante nos finais de semana. Como os conteúdos ministrados eram administrativos, não tive a menor dificuldade, uma vez que já os conhecia do meu tempo de bancária e ao mesmo tempo esta experiência me permitiu adquirir domínio de sala, o que foi muito importante na etapa seguinte.
Em 2008 - Entrei como estagiária da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco e fui lotada na escola EMAAF assumindo de abril a dezembro duas 7ª. E uma 8ª. do ensino fundamental e, apesar das dificuldades, acho que me sai bem, tanto que neste ano permaneci na mesma escola onde vou ficar até o final do meu contrato que termina em 30.06.2009.
Fui aprovada neste último concurso público da Secretaria de Educação de Pernambuco para o cargo de professor de Língua Portuguesa em trigésimo oitavo lugar e espero ser chamada.
Sei que tenho muito para colaborar na educação dos jovens, pois tenho uma certa cumplicidade com eles o que facilita bastante o nosso trabalho.
3.0 TRABALHOS PUBLICADOS
Segunda Mostra de Estudos Acadêmicos – MEA
Curso LETRAS da FFPP/ UPE
Dias 12 a 13 de dezembro 2005
Caderno de resumos. – O desempenho Cognitivo e a aprendizagem dos alunos do ensino fundamental da escola São Domingo Sávio – Projeto Contação de Histórias para formação do leitor.
4.0 SERVIÇO VOLUNTÁRIO
No ano de 2005 prestamos serviço voluntário na instituição PETRAPE, dando reforço escolar para os internos.
Introdução
Doc 02
INTRODUÇÃO
Ao iniciar o Gestar, logo percebi a grande oportunidade de crescimento profissional, pois ele veio preencher uma lacuna que tanto me angustiou nos anos de universidade. Lá vimos bastante o que não devíamos fazer. Não estou com isso dizendo que o meu curso superior tenha sido ruim, os conhecimentos teóricos adquiridos na universidade são de primordial importância para a efetiva profissionalização.
Mas, e o fazer em sala de aula? Ficaríamos à mercê dos livros didáticos? Como construir uma seqüência didática que atendesse aos objetivos traçados para determinada série? Com certeza pesquisaria, conversaria com os colegas mais experientes e no “tranco” iria adquirir esta competência.
Já com o Gestar, estou somando meus conhecimentos acadêmicos a uma prática concreta, onde o ensino-aprendizagem é vivenciado na sala de aula com muito mais segurança e percebo que meus objetivos enquanto profissional serão atingidos em menor tempo possível.
“Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”
João Guimarães Rosa.
Cursista
Lúcia Maria Ribeiro
INTRODUÇÃO
Ao iniciar o Gestar, logo percebi a grande oportunidade de crescimento profissional, pois ele veio preencher uma lacuna que tanto me angustiou nos anos de universidade. Lá vimos bastante o que não devíamos fazer. Não estou com isso dizendo que o meu curso superior tenha sido ruim, os conhecimentos teóricos adquiridos na universidade são de primordial importância para a efetiva profissionalização.
Mas, e o fazer em sala de aula? Ficaríamos à mercê dos livros didáticos? Como construir uma seqüência didática que atendesse aos objetivos traçados para determinada série? Com certeza pesquisaria, conversaria com os colegas mais experientes e no “tranco” iria adquirir esta competência.
Já com o Gestar, estou somando meus conhecimentos acadêmicos a uma prática concreta, onde o ensino-aprendizagem é vivenciado na sala de aula com muito mais segurança e percebo que meus objetivos enquanto profissional serão atingidos em menor tempo possível.
“Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”
João Guimarães Rosa.
Cursista
Lúcia Maria Ribeiro
Assinar:
Postagens (Atom)





